Centro de exposições de Fortaleza Informações gerais: Ocupa uma área total de 206 mil m², sendo 185 mil m² de área construída e mais 21,4 mil m² de áreas verdes. O projeto arquitetônico foi inspirado em aspectos típicos da paisagem cearense, como as falésias e o bordado das rendeiras. O projeto foi lançado no dia 17 de Julho de 2008 pelo governador do estado do Ceará Cid Gomes, iniciaram em 2009 e o término previsto para 1º semestre de 2012. Trata-se de um investimento de mais de R$130milhões do governo do Ceará que certamente trará diversos outros investimentos necessários para o suporte deste empreendimento como hotéis, restaurantes, shoppings, além de toda infraestrutura viária de acesso na região etc. tais como a ampliação, reforma e modernização do aeroporto Internacional Pinto Martins em Fortaleza, aumentando a capacidade dos atuais 2,8 milhões de passageiros ano para mais de 14,2 em 2016. Sistema de Ar condicionado: A distribuição de ar é realizada por uma rede de dutos metálicos tipo TDC, que totaliza mais de 350 toneladas de aço e já está praticamente toda instalada. Os números envolvidos nesta obra são surpreendentes, a rede de distribuição composta por dutos e conexões soma mais de 22mil peças e está distribuída em 15km de linhas que cortam todo o pavilhão beneficiando todas as áreas. Desde o inicio o principal desafio para a Refrin, foi estabelecer juntamente com o contratante Artemp, uma estratégia para vencer a distância de mais de 3.000 Quilômetros entre nossa fabrica em São Paulo e o local da obra Fortaleza. A própria equipe de montagem da Artemp, cuidou do fechamento dos dutos no local da obra, sempre orientada pelo nosso serviço de engenharia de aplicação, assim permaneceram mantidas as características dimensionais que asseguram o encaixe perfeito entre os dutos e reduzindo drasticamente as perdas de produção pois caso esta fosse artesanal resultaria em 30 toneladas de sucata adicionais. Eficiência energética: Compromisso com o meio ambiente: O ciclo de reciclagem dos metais é formado em sua base por grandes receptadores desta sucata, através de cadeias de coleta que movimentam milhões tratando-se de uma categoria econômica plenamente ativa trazendo segurança á todos os envolvidos quanto ao fato de que a matéria prima descartada será realmente reciclada. Crédito: Eng. Marcelo B. do Vale
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